A escuta de William Marcos é orientada pela psicanálise e atravessada pela filosofia cínica — o mesmo pensamento que sustenta sua obra escrita sustenta o trabalho clínico. Presencial em Belo Horizonte, ou virtual, de qualquer lugar do mundo.
A escuta não se apressa, e por isso a agenda também não. No momento não há vagas abertas para novos processos analíticos — mas quem deixar contato entra na fila de prioridade para quando houver espaço.
Momentos em que o chão se move — diante de uma escolha, uma perda de rumo, ou o simples peso de existir sem clareza do porquê. Um espaço para atravessar a crise sem pressa de resolvê-la antes da hora.
Quando a pergunta não é "o que fazer", mas "por que fazer". Um diálogo entre pensamento filosófico e prática clínica para quem busca orientação de vida além do sintoma.
Processo analítico de longo prazo, sustentado por continuidade e repetição — não pela urgência de resposta rápida. O foco é o autoconhecimento e a reorganização psíquica ao longo do tempo.
Elaboração de perdas — de pessoas, de projetos, de versões de si mesmo que ficaram para trás. Um tempo para nomear o que foi perdido antes de seguir adiante.