Teoria, clínica e história do movimento psicanalítico — de Freud a Bion, do consultório à sala de aula.
Cada volume reúne as vinte frases ou teses mais marcantes de um nome central da psicanálise — Freud, Lacan, Klein, Winnicott, Jung, Ferenczi —, com contextualização histórica, interpretação clínica original e conexão direta com a prática contemporânea. Mais do que introdução, é ferramenta de formação: densa o suficiente para exigir reflexão, acessível o suficiente para convidar qualquer leitor sério ao pensamento vivo da psicanálise.
Uma reconstrução rigorosa dos projetos teóricos que Ferenczi, Winnicott e Bion deixaram interrompidos, censurados ou apenas esboçados — a metapsicologia perdida do trauma, a teoria do self não escrita, a realidade O e o negativo. No volume que encerra a série, William Marcos propõe a síntese original que unifica o que cada um deles apenas pressentiu: uma teoria do sujeito ferido, do ser emergente e do pensamento impossível.
Uma coleção que percorre a psicanálise desde suas origens até os debates contemporâneos — não como revisão histórica solta, mas como compêndio de referência, organizado por países e autores, que situa o percurso conceitual e a trajetória de seus protagonistas. Une rigor acadêmico e clareza didática, conectando tradição e atualidade: da origem das ideias aos desafios da clínica e da cultura de hoje.
Prática clínica e multidisciplinar voltada a famílias de autistas, com foco em treinar e apoiar cuidadores nas dificuldades do dia a dia.
Toda ideia forte tem um subsolo — o espaço escuro sob sua própria fundação, onde é distorcida, sequestrada, posta a serviço de interesses que nunca foram os seus. Esta série investiga as apropriações indevidas de Freud, Jung e Nietzsche: os disfarces místicos, comerciais e políticos que usam seu vocabulário sem prestar contas às ideias originais. Cada volume documenta, com fonte primária, a distância exata entre o que esses pensadores disseram e o que fizeram dizer em seu nome.